O argumento usado pelos que defendem a separação repousa na alegação de que os bombeiros dependem do
orçamento da BM, assim como da administração pelo Comando da Brigada das verbas ali consignadas.
Com a separação, dizem eles, cada Corporação teria o seu próprio orçamento, e o administraria no sentido de seus próprios objetivos: a PM para o Policiamento Ostensivo e os Bombeiros para a prevenção e combate a incêndios e demais catástrofes.
Pergunto isso, por que a minha preocupação reside no fato de que a penúria do Estado não
diminuiu.
Na realidade, o que teremos é que o orçamento de uma Instituição será dividido e destinados os montantes naquele previstos para os de duas Corporações ...
Então, se temos dois serviços à meia boca (polícia ostensiva e bombeiros), em
quê, quanto e quando cada um melhorará com esta divisão?
Ou será que teremos mais
garantias contra incêndios e diminuição nas de prevenção e combate aos assaltos e atentados à vida?
De
certeza apenas isso: pelo menos um dirigente e uma cúpula diretiva a mais no topo da administração pública - o comandante geral dos bombeiros e seu staf -, acompanhados daqueles custos com que sempre nos resignamos.

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