Pois há muito que o que penso quer sair de mim.
Tudo o que penso sobre tudo.
Normalmente perturba mais aquilo que está perto, do lado, ao redor.
Então surgiu a oportunidade de criar esta página de postagens e, então, eis-me aqui, pensando por escrito.
É um turbilhão de pensamentos e de coisas que querem se consubstanciar em palavras e estas em frases e estas em períodos, a fim de que tudo o que brotar do pensamento possa sair, ter vida própria e, assim, permitir que o que me angustia ou me alegra, o que me irrita ou me diverte, o que me faz por vezes sentir raiva ou emoção saia, e vá passear por aí.
É isso, e aqui eu começo.
A qualquer hora, postarei o que pensar.
Até daqui a pouco.
Ótima iniciativa professor! Sucesso!!!
ResponderExcluirAbraços do seu ex-aluno, Daniel de Espumoso.
Celso.
ResponderExcluirSó para registrar que serei um leitor assíduo dos seus posts. O deleite meu será garantido não apenas pelo conteúdo, mas também pela forma (bela, fina, sutil) dos teus escritos. Isso me faz lembrar do tempo em que entregava em mãos aos editores do Diário da Manhã a coluna que você escrevia. As saudades que sinto da tua inteligência serão compensadas agora com teu blog.
"Pois há muito que o que penso quer sair de mim."
ResponderExcluirAcho isso poético, dava para colocar em alguma musica.
Um abraço
Adriana Mello
Como comentou o Daniel, gostei muito da iniciativa professor.
ResponderExcluirTenho saudades das aulas e de seus ensinamentos.
Um grande abraço do seu aluno.
Thércius Dal Bosco
Celso!
ResponderExcluirVim até seu blog com objetivo de postar um agradecimento, o que farei ao final, mas ao ler todas as matérias por ti publicadas, me remeti a um grande saudosismo.
Lembro de quando chamávamos os policiais de PEDRO e PAULO, até porque foi este o nuome da 1ª música que aprendi ao violão, pois eram necessárias somente duas notas para tocá-la.
As faixas de segurança na avenida foi uma grande novidade, para nós crianças era como pular "sapata" num grande desenho!!!!
O trânsito era tão tranquilo e respeitoso que nossas mães nos permitiam atravessar as ruas sozinhas pelo ensinamento que recebíamos, o extremo cuidado de olhar para os dois lados antes de cruzar, e assim estávamos seguros na travessia.
Sem me estender nos assuntos anteriores, quero parabenizá-lo ao saber que já fizeste parte deste segmento social, me atrevo a dizer que deverias, se já não és componente, em ser membro do conselho de desenvolvimento de nossa cidade, o qual muito precisa de olhares veneráveis quanto a questão do caos que vivemos em nossas ruas.
Bem, Celso, sou mãe de tua aluna Antonella, e queria achar uma maneira de contatar contigo para poder fazer-te um grande agradecimento!!!
Sem antes deixar de elogiar toda tua tragetória de vida acadêmia e exemplo profissional que plantaste no percurso da tua vid.
Agora ainda mais enaltecid por tuas histórias de vida que eu não conhecia, e muito mais fazem corroborar este agradecimento.
Queria que soubesse do imenso valor que foi para minha amada Antonella, quando do falecimento do Heitor, ter recebido teu abraço naquela hora!!!! Gestos assim podem parecer tão normais ou rotineiros devido a situação, mas não o foi para ela. Quero, como mãe, te agradecer pois ela fez uma referência toda especial ao teu gesto.
Lidar com perdas são questões infinitamente distisntas, acho que nem mesmo após sofrê-las apredemos a tratar com elas, mas tentamos pela continuidade da vida que nos espera, aceitá-las...
Obrigada Celso, recebe meu afeto e carinho em nome de minha filha.
Geovana
geovana_battisti@hotmail.com