
Não é objeto deste comentário o que a Feira do Produtor significa para a cidade quanto à possibilidade de produtores colocarem seus produtos à disposição da população, tampouco do quanto é bom que possam as pessoas encontrar produtos vindos das culturas realizadas no Município.
Quero me reportar a pontos discutidos (O coisinha chata este termo, “discutir”; precisaria ter uma secretaria para os adeptos da “discussão”, quando se trata de matéria administrativa) há muitos anos atrás, com os produtores e que envolviam, dentre outras coisas, o estacionamento de suas camionetas e carros.
À época ficou acertado que a área destinada ao estacionamento de TODOS os veículos dos produtores era a do pátio da antiga Gare, a que fica abaixo da Rua General Canabarro.
Para tanto, uma vez que alguns reclamaram da “distância” entre os veículos e o seu ponto de venda, em razão dos atos de carga e descarga, adquiri dois daqueles transportadores de carga e os entreguei aos produtores.
Por um bom tempo, a parte da antiga Gare, que fica para a Sete de Setembro, ficou livre de veículos na área destinada à calçada.
Passado um tempo, os veículos votaram e, como tudo na vida progride, boa parte das camionetas dos produtores vem sendo substituída por caminhões – ainda que de pequeno porte – que estacionam livremente ali, avançando muitos deles, em boa parte da avenida.
A Avenida, por outra, ali, permite estacionamento e é utilizada pelos consumidores dos produtos vendidos na Feira.
Assim, nos dias de Feira, o que se vê são veículos estacionados a partir da sobra de espaço deixado pelos bicos dos caminhões – estreitando assim, a pista de rolamento, já estreitada pelos tachões colocados em razão da lombada eletrônica –, inexistindo espaço para circulação de pedestres que, por tudo isso, são lançados às feras do asfalto, circulando no meio de veículos que transitam pela Avenida.
Este é um problema de segurança viária, que passa, como tudo por aqui, desapercebido por quem deveria estar atento a tal.
Afora isso, eu me questiono quanto a outro ponto: o do visual de um lugar interessante e bonito, a Gare antiga.
O reposicionar o estacionamento dos veículos dos produtores tinha por escopo ajardinar a área, permitindo um uso melhor pela população em ocasiões que não só as destinadas à Feira.
Se a Gare tem o destino de servir de abrigo à Feira do Produtor, entendo que não precise ser utilizada de modo tão desleixado, brega e desorganizado esteticamente.
Por vezes me passa pela cabeça que precisamos eleger um administrador que tenha passado por um curso do tipo arquitetura, ou artes visuais, e de preferência que seja uma mulher, com a sua visão mais detalhista para aquilo que, respeitado o essencial, é importante para o agrado dos sentidos.
Afinal, se um ambiente é tratado com descuido, com evidente desleixo e desatenção para a área em que se encontra, tais circunstâncias se transmitem ao comportamento das pessoas que o freqüentam, acabando elas de incorporar tais atitudes e levando-as a outros pontos de sua influência.
E isso se chama, também, deseducar.
Quero me reportar a pontos discutidos (O coisinha chata este termo, “discutir”; precisaria ter uma secretaria para os adeptos da “discussão”, quando se trata de matéria administrativa) há muitos anos atrás, com os produtores e que envolviam, dentre outras coisas, o estacionamento de suas camionetas e carros.
À época ficou acertado que a área destinada ao estacionamento de TODOS os veículos dos produtores era a do pátio da antiga Gare, a que fica abaixo da Rua General Canabarro.
Para tanto, uma vez que alguns reclamaram da “distância” entre os veículos e o seu ponto de venda, em razão dos atos de carga e descarga, adquiri dois daqueles transportadores de carga e os entreguei aos produtores.
Por um bom tempo, a parte da antiga Gare, que fica para a Sete de Setembro, ficou livre de veículos na área destinada à calçada.
Passado um tempo, os veículos votaram e, como tudo na vida progride, boa parte das camionetas dos produtores vem sendo substituída por caminhões – ainda que de pequeno porte – que estacionam livremente ali, avançando muitos deles, em boa parte da avenida.
A Avenida, por outra, ali, permite estacionamento e é utilizada pelos consumidores dos produtos vendidos na Feira.
Assim, nos dias de Feira, o que se vê são veículos estacionados a partir da sobra de espaço deixado pelos bicos dos caminhões – estreitando assim, a pista de rolamento, já estreitada pelos tachões colocados em razão da lombada eletrônica –, inexistindo espaço para circulação de pedestres que, por tudo isso, são lançados às feras do asfalto, circulando no meio de veículos que transitam pela Avenida.
Este é um problema de segurança viária, que passa, como tudo por aqui, desapercebido por quem deveria estar atento a tal.
Afora isso, eu me questiono quanto a outro ponto: o do visual de um lugar interessante e bonito, a Gare antiga.
O reposicionar o estacionamento dos veículos dos produtores tinha por escopo ajardinar a área, permitindo um uso melhor pela população em ocasiões que não só as destinadas à Feira.
Se a Gare tem o destino de servir de abrigo à Feira do Produtor, entendo que não precise ser utilizada de modo tão desleixado, brega e desorganizado esteticamente.
Por vezes me passa pela cabeça que precisamos eleger um administrador que tenha passado por um curso do tipo arquitetura, ou artes visuais, e de preferência que seja uma mulher, com a sua visão mais detalhista para aquilo que, respeitado o essencial, é importante para o agrado dos sentidos.
Afinal, se um ambiente é tratado com descuido, com evidente desleixo e desatenção para a área em que se encontra, tais circunstâncias se transmitem ao comportamento das pessoas que o freqüentam, acabando elas de incorporar tais atitudes e levando-as a outros pontos de sua influência.
E isso se chama, também, deseducar.
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